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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Inscrições abertas para o “Espaço do Infante” na Feira de São Mateus

Projeto educativo para a sustentabilidade ambiental é destinado a crianças entre os 6 e os 12 anos

Em 2018, a Feira de São Mateus acolhe um projeto educativo desenvolvido em parceria com o Oceanário de Lisboa, que visa promover a sustentabilidade ambiental e a proteção dos oceanos na sua diversidade.

Localizado no Museu da Eletricidade, dentro da Feira, o projeto assenta numa exposição didática onde o Infante D. Henrique guia os mais novos pela história dos oceanos e dos mares nacionais, destacando questões ambientais relacionadas com o consumo insustentável de recursos naturais e o papel do plástico na poluição, assim como a consequente destruição dos oceanos.

A visita conta, ainda, com algumas atividades lúdicas e pedagógicas que pretendem despertar a atenção de crianças e jovens para os problemas relacionados com a poluição atmosférica e a adoção de comportamentos de consumo sustentável de recursos naturais, promovendo a redução de plástico nos oceanos e a poupança de água.

As crianças entre os 6 e os 12 anos poderão visitar gratuitamente o “Espaço do Infante” mediante inscrição prévia em www.feirasaomateus.pt.

As visitas à exposição decorrem todos os dias, de 9 de agosto a 16 de setembro, entre as 15 e as 20 Horas, têm a duração de 30 minutos e a lotação máxima de 20 participantes por sessão. Todas as visitas serão acompanhada e guiadas por um monitor especializado.

A organização ressalva que, ainda que a visita ao “Espaço do Infante” seja gratuita, a entrada no recinto da Feira de São Mateus pressupõe a apresentação do respetivo bilhete nos dias de entrada paga. Sublinha, ainda, que 23 dos 39 dias de Feira são de entrada gratuita.

O “Espaço do Infante” é um projeto desenvolvido em parceria com a Viseu Marca, a Águas de Viseu e o Oceanário de Lisboa, com lugar no Museu da Eletricidade.

A Feira de São Mateus decorre entre 9 de agosto e 16 de setembro. Os bilhetes para todos os dias de entrada paga já estão disponíveis online, em www.feirasaomateus.pt, e na rede de lojas associadas da Blueticket (Fnac, Worten, Media Markt, ACP, El Corte Inglés e Pagaqui).

A Feira de São Mateus é uma iniciativa do Município de Viseu, com organização executiva da VISEU MARCA. Tem como patrocinadores oficiais o Santander, Super Bock, Altice, Jornal do Centro, Cabriz, Coca-Cola, Delta, Galp, Fnac, Turismo Centro de Portugal, JS Clínica e Litocar.


Toda a programação está disponível em www.feirasaomateus.pt e nas redes sociais da Feira.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Anselmo Ralph na feira de São Mateus

Anselmo Ralph  vai estar pelas 22 horas no palco da feira de São Mateus, sendo o bilhete 5 euros. 

Anselmo nasceu em 12 de março de 1981 em Luanda (Angola), onde fez os estudos primários.

 Mais tarde, Anselmo foi para Nova York para terminar seu curso de contabilidade em Manhattan Community College. Hoje em dia, Anselmo é um cantor angolano RB, soul, kizomba.

Nos anos 1990 mudou se para Portugal onde viveu perto da cidade de Setúbal numa freguesia perto de Palmela (Aires). 

Mudou-se depois para Madrid (Espanha) onde viveu alguns anos e onde se tornou um grande admirador do cantor dominicano Juan Luis Guerra. Isto teve muita influência na carreira futura de Anselmo Ralph como músico.

Em janeiro de 2006 lançou o seu primeiro álbum intitulado "Histórias de Amor", produzido por Aires (Aires no Beat) e pela Produtora Bom Som (propriedade do próprio artista e do seu agente Camilo Travassos). O disco é dominado pelo género de música R&B e teve um sucesso imediato. Ainda nesse ano foi nomeado "Melhor Cantor de R&B" pela cadeia televisiva "O Channel", da África do Sul, e no "MTV Europe Music Awards 2006" recebeu o prémio na categoria de "Melhor Artista Africano".

No dia 14 de fevereiro 2007 foi lançado o álbum "As Últimas Histórias de Amor" que rapidamente se tornou um grande sucesso nacional e internacional. Com este segundo trabalho recebeu o prémio de "Melhor Voz Masculina" e o prémio do "Top Rádio Luanda" como o músico mais votado desse ano.
Em 2008 assinou com a produtora LS Produções para um contrato de três álbuns. Este foi um ano em que o artista fez muitos shows em Angola e também no estrangeiro:Portugal, Holanda, Inglaterra, Moçambique, África do Sul, São Tomé e Príncipe, Brasil e Namíbia.


Em 2009, novamente no dia 14 de fevereiro, lançou o álbum "O Cupido" (Duplo CD e DVD) que vendeu 40.000 cópias ao fim de apenas quatro meses. No mês de Julho foi produzido um Mega Show de 2 dias no Pavilhão da Cidadela com lotação esgotada nos dois espectáculos e cerca de 42.000 pessoas presentes.

Em 2011 lança um Maxi Single, antecessor do próximo álbum "A Dor Do Cupido", que em apenas dois dias vendeu 42 mil cópias. Nos três meses seguintes atingiria a venda de 90 mil copias. Realizou mais de 50 shows nesse período.

O disco "Best of Anselmo Ralph – Live" entra para 5º lugar do top português em finais de 2012. "Não Me Toca" torna-se um grande sucesso com a sua utilização num programa de dança da TVI, Dança com as Estrelas.

Em 2013 lançou o álbum "A Dor Do Cupido". Colabora também com o português Paulo Gonzo no tema "Ela É".

Em Fevereiro de 2014, actuou na festa de aniversário de Cristiano Ronaldo.
Vai estrear-se como actor no Filme "A Dor Do Cupido" onde será o autor e a personagem principal. Também quer gravar um disco em inglês e algumas canções em espanhol.




quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Minhotos Marotos na feira de São Mateus


Pelas 22 horas sobe a palco os MInhotos Marotos sendo a entrada gratuita.

Nascida a 9 de Julho de 1991, iniciou muito precocemente a sua carreira artística.

Com apenas 8 anos começou a aprender a tocar concertina, um ano depois, envolveu-se no mundo das cantigas ao desafio.
Em 2001 pertenceu a um grupo familiar, designado “Amigos de Guimarães” com os quais partilhou momentos de grande alegria e festividade. Em 2005, fez parceria no duo “Tiago & Cláudia”, experiência que a enriqueceu em termos pessoais e profissionais. Nesta altura começou a escrever as suas próprias letras, brincando com as palavras e com as melodias.
As comunidades portuguesas têm uma enorme influência na sua carreira profissional, pois desde 2006, passou a ser convidada a mostrar o seu trabalho, um pouco por todo o mundo.

Simultaneamente tem percorrido o país de lés a lés atuando em eventos diversos como Feira de S. Mateus, arraiais, festas académicas e apresentações na tv e rádio.


No entanto, sentiu que devia mais aos seus fãs e optou por criar, em 2009, a banda “Minhotos Marotos”, nome selecionado, por um lado, como homenagem à região que a viu nascer e, por outro, dando um duplo sentido às letras que utiliza nas suas canções.

Esta banda foi aumentando progressivamente, sendo que atualmente engloba sete elementos em palco os quais tocam instrumentos vários proporcionando a quem os ouve momentos de boa disposição, alegria e entusiasmo. Este é um tipo de espetáculo muito procurado por quem gosta de dançar e ouvir cantigas “marotas” de improviso. ~


No ano de 2009 lançou o seu primeiro álbum intitulado “Minhotos Marotos”, onde se popularizou a música “Marotos”. O álbum de estreia foi um grande sucesso em Portugal e além-fronteiras levando Cláudia Martins a realizar vários espetáculos por todo o mundo.
Desde esta altura, não tem parado, apresenta anualmente um álbum com originais entre os quais mais conhecidos “Levanta mais a perninha”, “Encaixa a torneira na Pipa”, “Que saudade de emigrante”, “Minho Lindo”, “Senhora de Fatima”, “O Segredo dos Marotos”, “Caloira do Chic Chic”, “Passarinha e Sardão” e “Gala Dela”.
No ano de 2015 foi premiada pelo Blogue D'Ouro, como a mais jovem artista no gênero Popular e em 2016 recebeu o disco D'ouro que tem como título “Faz beicinho”.
Requisitada por inúmeras festas por todo o país e também nas comunidades portuguesas, dentro e fora da Europa, tem já contratadas mais de 5 dezenas de espetáculos no próximo ano.

Em 2017 um acontecimento que marcou a sua vida foi ter cantado para a GNR após uma coima por excesso de velocidade. Desta forma, expôs o vídeo no Facebook que se tornou viral e alcançou cerca de 7 milhões e meio de pessoas. Assim, surgiu ao novo tema “Cantiga à GNR”.


Encontra-se de momento a preparar a nova tour, mantendo as tradicionais desgarradas, e como já é habitual os originais brejeiros e respetivas coreografias, prometendo como sempre, muita marotice, humor e boa disposição.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Os D.A.M.A. vão estar no dia 22 de agosto na feira de São Mateus

Os D.A.M.A. vão estar no dia 22  pelas 22 horas no palco principal da feira de São Mateus sendo o bilhete de 4 euros,

Francisco Pereira e Miguel Coimbra conhecem-se desde os seus seis anos, tendo sido colegas no colégio. Na aula de português começaram a escrever as suas composições em versos. Em 2008 tiveram a ideia de juntarem as suas rimas a um instrumental, nascendo, assim, D.A.M.A, inicialmente composta pelos dois e pela amiga Filipa (Pipa).

O primeiro concerto da banda foi no Colégio de São João de Brito, em Lisboa. Seguiram-se várias atuações em discotecas da capital e do Estoril. Em 2011, a versão da música Popless dos GNR tocou pela primeira vez na rádio.
Em 2011 convidaram o amigo Miguel Cristovinho para compor um tema conjunto, Quer.
Francisco P
ereira estudou direito, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho estudaram Gestão. Com o sucesso da banda largaram tudo para se dedicarem a 100% ao projeto. Cristovinho dedica-se mais à melodia enquanto Kasha à composição das letras e Coimbra à produção.



Em 2013 apresentaram-se ao vivo em dois dos seus primeiros grandes concertos. O primeiro no palco  do MEO sudoeste. O segundo aconteceu nas Festas do Mar em Cascais.

sábado, 18 de agosto de 2018

FADISTA ANA MOURA NA FEIRA DE SÃO MATEUS

Ana Moura vai estar no palco da feira de São Mateus pelas 22 horas sendo o bilhete de 5 euros.
Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de flirtar elegantemente com a música pop, alargando de uma forma muito pessoal o raio de acção da canção de Lisboa. 

Mas aquilo que a distingue é não apenas um timbre grave e sensual como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que encoste a sua voz. É um rastilho imediato, uma explosão emocional disparada sem contemplações ao coração de quem a ouve.

Fausto, José Afonso, Ruy Mingas, música angolana e fado. Era isto que se cantava nos serões da família Moura, em Coruche, era Ana Moura apenas uma catraia – nasceu numa outra localidade ribatejana, Santarém, em 1979 – com gosto pelas cantorias. 

Os pais cantavam, toda a família materna cantava e qualquer motivo de reunião familiar terminava com um festejo sob a forma de música. Embora cantasse de tudo, Ana começava já a sentir que, por alguma razão, tinha um carinho especial pelo fado. Aos seis anos cantava já o seu primeiro fado, “Cavalo Ruço”, enquanto ouvia frequentemente a mãe trautear “O Xaile de Minha Mãe”. Depois, veio a adolescência e deixou o fado adormecido. E despertou para outros tipos de música, mais condizentes com a idade e as amizades liceais.

É com essa curiosidade por outras músicas, em plena adolescência de descobertas e rebeldias, que Ana Moura chega a Carcavelos, com 14 anos, para fazer o 10º ano.



Chega não para cantar, mas para estudar, inscrevendo-se então na Academia dos Amadores de Música. Mas é aos colegas de escola que se junta para a primeira banda. Apesar de cantar outros géneros, a verdade é que, deixada à sua sorte, a voz de Ana rapidamente se cola ao registo fadista e, assim, mesmo com grupos de rock vai conseguindo incluir um ou dois fados no repertório – habitualmente, “Povo que Lavas no Rio”, de Amália, nessa fase a sua referência máxima enquanto intérprete.

A experiência com essa banda de covers, os Sexto Sentido, acaba depois por conduzir ao início de gravações de um disco pop/rock com o músico Luís Oliveira, cujo lançamento fazia parte da agenda da multinacional Universal. O disco, no entanto, não chega a ser terminado. Entra em cena o destino e leva Ana Moura a um bar em Carcavelos onde cede à tentação e canta um fado. 

Presente na sala, o guitarrista António Parreira, de tão impressionado, toma-a pela mão e leva-a a várias casas de fado. Até ao momento em que, numa festa de Natal de músicos e fadistas, Ana Moura é levada ao convívio daqueles que haveriam de habitar as suas noites daí em diante e é convidada a cantar. Desta vez, é Maria da Fé, co-proprietária da prestigiada casa de fados Senhor Vinho, quem não resiste àquele talento em bruto. Aos aplausos, Maria da Fé junta o convite para cantar na sua casa,

É precisamente nesses ambientes nocturnos, do Senhor Vinho mas também das outras casas de fados que começa a frequentar, que se dá a verdadeira escola do seu canto. Antes, Ana Moura cantava o fado porque sim, porque a intuição lhe mandava, porque a boca lhe fugia para ali. Agora, os ensinamentos dos mais experientes – sobretudo Maria da Fé e Jorge Fernando – dão-lhe outros porquês, sem lhe matar a espontaneidade.

A carreira de Ana Moura começa a ganhar um tamanho fôlego que a fadista acaba por abandonar o Senhor Vinho, a fim de poder dar resposta aos muitos convites que vai recebendo para tocar fora do país. Essa falta é mais tarde colmatada pela integração do elenco de uma nova casa de fados, em Alfama, de nome Casa de Linhares – Bacalhau de Molho. A internacionalização leva então Ana Moura a actuar na mítica sala Carnegie Hall, em Nova Iorque, em Fevereiro de 2005. Do outro lado do mundo, o saxofonista dos Rolling Stones Tim Ries entra na Tower Records de Tóquio à procura de discos de fado. 

Leva já na cabeça a ideia de incluir uma fadista no segundo volume do Rolling Stones Project, um projecto por si liderado que convida gente de outras marés musicais a interpretar temas dos Stones em colaboração com um dos históricos músicos da banda. Compra três CD às escuras, por mero instinto, e foi amor à primeira audição. Para o disco, Ana grava “Brown Sugar” e “No Expectations”.

Ao vivo, interpreta este último com os Stones no Estádio Alvalade XXI. A partir daí, em várias ocasiões, as digressões de Ana Moura e dos Rolling Stones coincidem nos mesmos sítios. Numa delas, em São Francisco, Ries liga para a fadista e mostra-lhe uma música que compôs a pensar na sua voz. “Velho Anjo”, entraria no disco seguinte de Ana Moura, Para Além da Saudade (2007), depois de “afadistado” por um arranjo de Jorge Fernando.


Um dos trunfos de Para Além da Saudade, aliás, seria a rara participação de Fausto num disco alheio. Ana, que crescera a ouvir o autor de Por Este Rio Acima, perdeu a vergonha e pediu-lhe uma composição. Outra das autoras convidadas, desta vez a compor expressamente para si, foi Amélia Muge. A troca com outras culturas ficou então por conta de um dueto com o histórico cantor espanhol Patxi Andión. Tim Ries, além de autor, deixaria também o seu saxofone impresso em dois temas do disco – “Velho Anjo” e “A Sós com a Noite”. Graças ao tema “Os Búzios”, de Jorge Fernando, o sucesso de Para Além da Saudade havia de escalar até níveis inéditos na carreira de Ana Moura, acabando por gozar de dois grandes momentos de consagração em Portugal através da actuação nos Coliseus de Lisboa e do Porto. O álbum trar-lhe-ia ainda o Prémio Amália Rodrigues.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Richie Campbell na feira de São Mateus


Richie Campbell vai estar np paolo da feira de São mateus pelas 22 horas sendo o custo do bilhete de 5 euros.

Já tem já uma carreira de respeito e é o nome maior da cena Reggae nacional.

Tudo começou em 2004, quando se iniciou como vocalista dos Stepacide, mas foi em 2007 que se sentiu finalmente preparado para arrancar a sua carreira a solo e desde aí não parou.

Tem esgotado salas de norte a sul do país, fez uma tour na Alemanha onde atuou com nomes chave do Soundsystem internacional como Soundquake, Supersonic e Kanga Roots, e gravou com Kymani Marley, filho de Bob Marley, o tema “911”, nome da sua excelente banda de suporte – The 911 Band.

Atingiu o top de vendas da Soundquake, especialista do género e líder de vendas de Reggae em vinil, e foi convidado a editar um EP na série Optimus Discos, que além de “911” nos oferece hinos como “Blame It On Me” e “Missing You” . Estreou-se em álbum em junho de 2010 com “My Path”, disco que ofereceu na net e que ultrapassou os 25.000 downloads.


Em 2011 Richie Campbell dá nas vistas na Europa, e faz uma tour de 24 datas, com Anthony B fazendo chegar o seu imenso talento a países como Itália, França, Holanda, Espanha, Polónia, Austria, Bélgica e República Checa, enquanto que por cá abre o concerto de Nas & Damien Marley no Pavilhão Atlântico.

FEIRA DE SÃO MATEUS COM CARTAZ RECHEADO, ESTE FIM-DE-SEMANA

A fadista Ana Moura atua no sábado. Concurso de Vestidos de Chita com Filomena Cautela e espetáculo “RUCA” aquecem o segundo domingo franco da Feira. Cerca de 300 mil pessoas já passaram pelo certame.

A Feira de São Mateus apresenta uma programação imperdível para o segundo fim-de-semana da edição deste ano. São três grandes nomes que farão as delícias de várias gerações e que prometem uma nova enchente no recinto do certame, depois de receber cerca de 300 mil visitantes em apenas uma semana.

No sábado, dia 18 de agosto, Ana Moura toma conta do Palco Santander com o seu estilo inconfundível. Os amantes da música portuguesa terão a oportunidade de ouvir grandes êxitos do fado contemporâneo, como “Desfado” e “Dia de Folga”.

O segundo domingo franco da Feira, dia 19 de agosto, começa pelas 10 horas, com o espetáculo “RUCA” e os seus amigos. Será uma manhã para cantar e dançar com um dos personagens favoritos das crianças.

A animação continua pelas 21H30, com o badalado Concurso de Vestidos de Chita da Feira de São Mateus, que regressa, este ano, recheado de novidades. Para além de uma nova categoria de Vestidos de Noiva em chita, o Concurso ganha novo fôlego com uma apresentadora à altura. Filomena Cautela vem a Viseu e será o rosto desta noite de glamour.

A Guardiã das Feiras Populares volta a recuperar a tradição dos domingos francos. Em 2018, todos os domingos são de entrada gratuita no recinto.

A Feira de São Mateus decorre entre 9 de agosto e 16 de setembro. Os bilhetes para todos os dias de entrada paga já estão disponíveis online, em www.feirasaomateus.pt, e na rede de lojas associadas da Blueticket (Fnac, Worten, Media Markt, ACP, El Corte Inglés e Pagaqui).

A Feira de São Mateus é uma iniciativa do Município de Viseu, com organização executiva da VISEU MARCA. Tem como patrocinadores oficiais o Santander, Super Bock, Altice, Jornal do Centro, Cabriz, Coca-Cola, Delta, Galp, Fnac, Turismo Centro de Portugal, JS Clínica e Litocar.


Toda a programação está disponível em www.feirasaomateus.pt e nas redes sociais da Feira.