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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Bloco de Esquerda vai realizar um Mega Almoço convívio


No próximo domingo, dia 29, o Bloco de Esquerda vai realizar um Mega Almoço convívio, com a presença de Catarina Martins, seguido de um concerto de José Pedro Pinto no Parque Aquilino Ribeiro.

O almoço pretende reunir as forças dos territórios interiorizados do país, estando Viseu a receber representações dos distritos de Bragança, Vila Real, Guarda, Castelo Branco e Portalegre.

Numa altura em que é cada vez mais notório que as gentes do Interior têm vindo a ser esquecidas e roubadas nos seus direitos básicos e na sua qualidade de vida, a Sementeira ousa contrariar esta sina: o desafio é abanar com epicentro em Viseu as ideias conservadoras e capitalistas dominantes, com alegria, convívio, mas seriedade nos ideais e convicção nas lutas.

A participação no almoço é aberta a toda a gente, venha de onde vier, coma o que comer. Apenas se exige vontade de viver melhor e, eventualmente, de ajudar a construir o caminho. A inscrição pode ser feita em: https://eventos.bloco.org/evento/mega-almoco-do-interior 

Vamos fazer a luta toda! Está na hora!
CONFERÊNCIA SOBRE ENOTURISMO NO DÃO MARCA PRÉ-ARRANQUE DA FESTA DAS VINDIMAS DE VISEU

Evento, promovido pelo NOVO BANCO e VISEU MARCA, tem lugar amanhã, na Pousada de Viseu, assinalando o primeiro dia de Festa das Vindimas.
“Enoturismo no Dão: Um caminho para o Vinho e para o Turismo” é o tema da conferência promovida pelo NOVO BANCO e VISEU MARCA. O evento, que decorre esta quinta-feira na Pousada de Viseu, tem entrada livre e gratuita para todos os participantes, e insere-se na Festa das Vindimas que se avizinha.

Entre as 10 horas e as 12H30, são várias as figuras que se reúnem para discutir as potencialidades do turismo na região vinhateira do Dão. António Ramalho e Luís Ribeiro, CEO e Administrador do NOVO BANCO, respetivamente, Almeida Henriques, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Arlindo Cunha, Presidente da CVR Dão, Pedro Machado, Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Lídia Moreira, do Turismo de Portugal, e outras personalidades da Enologia do Dão.

A manhã tem início com a apresentação de um estudo sobre o Enoturismo por Carlos Andrade, Chief Economist do NOVO BANCO, e prossegue com duas “Mesas Redondas”, alusivas aos investimentos no Enoturismo e às estratégias para o seu desenvolvimento. A moderação fica a cargo de Mariana Araújo Barbosa, Editora do jornal digital ECO.

Ao acolher este evento, Viseu, que se assume como Cidade Vinhateira numa das suas vertentes de promoção turística, traz a público a importância do setor vitivinícola na economia da região.

A conferência é organizada pelo NOVO BANCO, patrocinador oficial da Festa das Vindimas de Viseu, em parceria com a VISEU MARCA e o Município de Viseu.

O evento enoturístico Festa das Vindimas decorre entre 19 e 22 de setembro, com um programa recheado de concertos, experiências reais de vindimas nas quintas, um mercado de vinhos e sabores no Mercado 2 de Maio e atividades para toda a família. De regresso está, também, o seu evento-âncora, o festival gastronómico “Viseu Estrela à Mesa”. 10 chefs irão transformar o Rossio num restaurante gourmet a céu aberto.


A Festa das Vindimas é uma iniciativa do Município de Viseu e da VISEU MARCA, e tem como patrocinadores oficiais o Novo Banco, a Litocar e a Notch. É parceira a Comissão Vitivinícola Regional do Dão. O apoio institucional é conferido pelo Turismo Centro de Portugal.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

“Outono Quente” regressa ao Parque da cidade para “o evento mais zen de Viseu”

8º edição do festival viseense renova-se com propostas culturais para toda a família, de 4 a 13 de outubro

O pulmão verde da cidade de Viseu – o Parque Aquilino Ribeiro – volta a ser o berço de uma nova edição do festival “Outono Quente”, de 4 a 13 de outubro,  numa iniciativa da Zunzum – Associação Cultural, com o financiamento do programa municipal VISEU CULTURA.

Pelo oitavo ano consecutivo, a agenda cultural de Viseu dá as boas-vindas ao outono com esta iniciativa multidisciplinar e familiar, cuja programação oferece propostas do universo do teatro, da música, da dança, do circo, mas também momentos de conversa, contos e oficinas artísticas e criativas. A saúde e o bem-estar são componentes que ganham o seu lugar no cartaz, através de ateliês e oficinas para crianças ou grávidas.

Para a responsável do festival, Márcia Leite, “o Outono Quente procura trazer uma oferta alternativa e aberta a todos em Viseu.”

Das companhias que estarão presentes na programação destacou “A Charanga”, CENDREV com o espetáculo “Bonecos de Santo Aleixo”, JAM com “El Metre”, Jean Kikolas com “Calor”, Trigo Limpo – ACERT com “Para ti, Sophia” e “Fil’Mus2”, Carlos Peninha com “Tocar o Chão”, Teatro e Marionetas de Mandrágora com “Os Descobridores”, Luís Roque com “De Rua” e para fechar o Outono Quente a dança e música tradicional dos Açores, “As Chamarritas”.

Nesta edição trazem para conversar connosco 4 especialistas nas áreas da literatura, ambiente, psicologia e natureza. “Ler livros, porquê?” com a Dra. Sandra Santos, “Poluição por Plástico nos Rios e Oceano: O que fazer?” com Dr. José Teixeira, Coordenador do Projeto Ocean Action, “Adição à Internet” com Dra. Ivone Patrão e “A Vida Secreta das Plantas” com Gabriel Silva.

Em 2019, dão corpo ao programa 18 companhias artísticas, das quais duas internacionais. Globalmente, o festival mobiliza 73 artistas ao longo de dez dias, na partilha da cultura e da arte na cidade, reforçando a sua identidade comunitária, em comunhão com um dos locais património verde do concelho.

“Este é o festival mais zen de Viseu”, definiu na apresentação do evento o Vereador da Cultura, Jorge Sobrado. “É uma proposta cultural muito bem- vinda. É um convite para deixar o telemóvel em modo de voo e desfrutar em família de uma programação artística inclusiva, num cenário verde e de bem-estar”, sublinhou. “Este evento mantém-se fiel à sua matriz originária, mas evidencia um pulmão maior de talentos de Viseu”, explicou.



A 8ª edição traz à rua projetos já bastante reconhecidos e acarinhados do público, como é o caso da “Marcha dos Sonhos”, que lança um repto a toda a comunidade, com ou sem formação artística, para participar e construir em conjunto uma performance de rua, que termina com chave de ouro o Festival, a cada edição. À boleia desta iniciativa, os participantes podem aprender ou aprofundar conhecimentos em oficinas gratuitas de construção e manipulação de objetos cénicos, de dramaturgia ou de construção de figurinos.
Nesta marcha, estarão com os Zuns o Teatro e Marionetas de Mandrágora, Jorge Fraga, Ricardo Augusto, Tribal e, claro, coletivos, grupos informais, famílias, todos vão criar com e para a comunidade O sonho.
“Uma performance comunitária que tem crescido juntamente com o próprio evento”, refere Márcia Leite. “Todos são bem vindos!”

Apesar de centrar a sua programação no Parque Aquilino Ribeiro, o “Outono Quente” parte também à conquista de outros locais da cidade, nomeadamente as ruas do Centro Histórico, prometendo surpreender viseenses e visitantes com performances ao virar da esquina. Também a dimensão social é reforçada, com a visita aos Lares de Santo António e de Rio de Loba para a realização do espetáculo de teatro e marionetas “Olho de Peixe”.



Com presença em permanência está também o “Mercado de Outono”, que completa o cenário com boticas de produtos artesanais, produtores da região e os sabores da estação. Também com a presença especial da Livraria “Gigões e Anantes”.

O Festival “Outono Quente” é uma iniciativa da Zunzum – Associação Cultural, que conta com o apoio do Município de Viseu, no âmbito da linha “Programar” do VISEU CULTURA, com um financiamento de 40 mil euros, entre outros apoios não financeiros. Na edição de 2018, foram cerca de 13.200 as pessoas que participaram da oferta cultural e artística da iniciativa, que contou com 59 ações.

A programação pode ser acompanhada online, no site e redes sociais oficiais do evento.








terça-feira, 17 de setembro de 2019

O “Saúde com conC|Serto” realiza-se a 27 de setembro, na Aula Magna, do IPV.

Delegação Regional do Centro da Saúde em Português organiza segunda edição de espetáculo solidário





Depois do sucesso da primeira edição que esgotou a bilheteira, dia 27 de setembro, às 21h, o “Saúde com conC|Serto” volta à Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu.

Nesta noite, vamos poder assistir ao espetáculo de magia de Zé Mágico e às atuações musicais dos Expresso Cool e do Coro Mozart. A Delegação Regional do Centro da Saúde em Português vai ainda mostrar os seus projetos e fazer um balanço da sua atuação em Viseu.

O total de receitas da bilheteira reverte a favor da Associação. Todos os artistas presentes juntaram-se a esta causa de forma 100% solidária. Refere-se ainda que na Delegação Regional do Centro da Saúde em Português nenhum recurso humano é remunerado, sendo todos os recursos financeiros canalizados para os nossos projetos.

Bilhetes à venda na Santa Casa da Misericórdia de Viseu (Jardim das Mães), na Clinica Baccari e  através da página de Facebook www.facebook.com/saudeemportugues.centro.



Sobre a Delegação Regional do Centro da Saúde em Português

Após 20 anos vida, a Saúde em Português inaugurou a sua primeira Delegação - a Delegação Regional do Centro, em Viseu.

E são vários os projetos que já temos no terreno: o Saúde na Esquina (apoio médico, físico e psicológico, trabalhadoras do sexo, o Saúde sem Teto (apoio médico, físico e psicológico, a sem abrigo), a Saúde na Prisão (dinâmica de várias temáticas no Estabelecimento Prisional de Viseu) e o Saúde sem Diferença - CAT (dinâmica de várias temáticas com meninos com necessidades educativas especiais ou de contextos sociais problemáticos).

Mais informações sobre nós:
saudeportugues.org
facebook.com/saudeemportugues.centro
instagram.com/saudeemportugues

Mais informações e confirmação de presença no espetáculo:

delegacaocentro@saudeportugues.org

MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE FRADES PROMOVE ARTE ANCESTRAL EM OLIVEIRA DE FRADES COM O CICLO DO LINHO

O Município promove no próximo dia 13 de outubro, às 15h00, o Ciclo do Linho na Praça Luís Bandeira, em Oliveira de Frades. 

Do programa faz parte a recriação das diversas etapas do ciclo do linho, uma reportagem em Covelo de Arca e a atuação do Rancho Folclórico de S. João da Serra.

 Nas várias fases que serão reproduzidas, o público terá a oportunidade de participar nas atividades e desfrutar de uma tarde de convívio e aprendizagem com costumes e tradições de outrora

FEIRA DE SÃO MATEUS RENASCEU MAIS BONITA EM 2019


Guardiã das Feiras Populares terminou ontem com 1 milhão e 142 mil entradas registadas. Em 2020, evento decorre entre 6 de agosto e 13 de setembro.

Chegou ao fim mais uma edição inesquecível da Feira de São Mateus, em Viseu. O certame encerrou ontem, domingo, depois de 39 dias de reencontros que voltaram a surpreender viseenses, visitantes e turistas.

Pelo quarto ano consecutivo, o tão desejado número mágico de 1 milhão de entradas foi superado no dia 10 de setembro. De entre os dias com maior afluência, foram os concertos dos Gipsy Kings e Ludmilla que bateram recordes de público.

Para além de um cartaz musical de excelência, que contou com grandes nomes da música lusófona, a Guardiã das Feiras Populares voltou a privilegiar as suas raízes e tradições, com atuações de grupos folclóricos na Praça de Viriato, a recuperação do Concurso de Fotografia, o regresso do Dia de Viriato e do Concurso de Vestidos de Chita e as gincanas de motas e carros antigos.

Também os domingos francos de entrada gratuita continuaram a conquistar o público familiar da Feira de São Mateus. No dia 18 de agosto, noite do Concurso de Vestidos de Chita, vieram feirar mais de 60 mil pessoas. Foi o dia com maior número de entradas, este ano.

Cristina Paula Gomes, Presidente da VISEU MARCA, declara que “a Feira de São Mateus continua a colocar Viseu no mapa dos grandes eventos culturais do nosso país. Por mais um ano, viemos a confirmar que somos uma das feiras populares mais qualificadas, atrativas e modernas de Portugal”.

A marcar a edição de 2019 da Feira estiveram as novas esplanadas dos pavilhões das farturas, a Roda Gigante, os primeiros Noivos de São Mateus, 90 stands de madeira dos expositores da Feira, a Fisca, a nova mascote do evento, e um projeto de luz que homenageou a gastronomia da região.
Em 2019, a Feira assumiu-se, também, como “a feira popular mais verde do país”, com novos importantes passos na redução da sua pegada ambiental. Palhinhas, talheres e pratos de plástico foram substituídos por alternativas mais sustentáveis.´

“A Feira revalidou o seu estatuto de certame popular de referência do país. Soube reconquistar a preferência dos portugueses e ser influente junto de turistas internacionais, contribuindo para a reputação e notoriedade da cidade e da região enquanto destinos. É ainda um motor económico e de emprego de Viseu muito relevante.”, afirma Jorge Sobrado, Gestor da Feira de São Mateus e Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viseu.

A edição 628 já tem datas marcadas. Entre 6 de agosto e 13 de setembro de 2020, Viseu terá mais 39 dias para feirar. As tradições do certame e algumas novidades na requalificação do evento e no seu cartaz musical já estão em vista por parte da organização.


A VISEU MARCA voltou a contar com o apoio de um importante leque de parceiros e patrocinadores para a realização da Feira de São Mateus. São eles o Santander, Super Bock, MEO, Sumol, Jornal do Centro, Sumol, Delta, Galp, JS Clínica Médica, Fidelidade, Litocar, Ribeiro Santo, Nutriva, Lugrade, FNAC, Blueticket, Oceanário de Lisboa e Farmácia Viriato, assim como o Correio da Manhã e a CMTV.

Bloco de esquerda questiona novamente o SEPNA, desta vez directamente com o director, Coronel Vítor Manuel Roldão Caeiro, após sucessivas queixas sobre a ribeira de Dardavaz

O Bloco de Esquerda tem denunciado desde 2018 a poluição da ribeira de Dardavaz. Após as sucessivas comunicações e perguntas a diferentes entidades locais e nacionais, conseguimos ver reduzida a intensidade das descargas através dos colectores das águas pluviais, mas não as da ETAR. No entanto ambas continuam.

 Este é mais um caso de óbvio desleixo das autoridades locais, visto que as fontes de poluição têm origem tanto em empresas privadas, como numa ETAR pública. Lembramos as declarações do Presidente da Câmara Municipal de Tondela que dizia que a espuma era natural e formada pelo bater da água nas rochas.

 As descargas ilegais são feitas através dos coletores de águas pluviais da Zona Industrial da Adiça, bem como das águas rejeitadas pela ETAR da mesma zona industrial. As populações sempre temem as chuvas, que atualmente são aproveitadas para mascarar  uma contaminação regular e fatal para toda a região!

 O Bloco de Esquerda questionou o Director do SEPNA  acerca das diligências tomadas para punir os prevaricadores, tendo em conta a regularidade das descargas; se se têm repetido as averiguações e se tem conhecimento de alguma diligência adicional da APA-ARHC; se já tem conhecimento dos resultados das análises à água realizadas pela APA-ARHC há cerca de 8 meses; se foram realizadas novas análises e se poderão ser realizadas análises às águas subterrâneas.

 No início do ano de 2019 o Bloco de Esquerda, realizou análises às águas que comprovaram que “…claramente as duas águas (riacho e poço) são impróprias para consumo quer humano quer animal uma vez que existe uma elevada contaminação bacteriológica nos dois sistemas." O SEPNA informou-nos da realização de análises oficiais pela APA-ARHC cujo resultado continuamos a aguardar.

 A mencionada ribeira desagua no Rio Criz, curso que tem captações para consumo humano, que por sua vez, é um afluente do Rio Dão, junto à Albufeira da Aguieira, um dos locais de captação de água para consumo humano do sul do distrito de Viseu e de vários concelhos do distrito de Coimbra.

 Preocupam-nos as consequências da contaminação da água desta ribeira, o consumo por animais, ou no seu uso nos campos agrícolas, bem como o desconforto e afastamento provocado pelo mau cheiro, a contaminação dos solos e a destruição dos ecossistemas próximos.


No dia 21 de Setembro no Largo do Tanque, em Dardavaz, às 17 horas, vamos falar com a população e com quem pretenda esclarecimentos sobre a água, como a usar e proteger enquanto recurso natural, que tanto tem de escasso como de essencial. A conversa é acompanhada de um lanche partilhado.