Uma proposta artística que convida o público a desfrutar de uma noite de cultura, música e convívio, integrada na programação Cultura ao Luar.
Entrada livre.
Uma proposta artística que convida o público a desfrutar de uma noite de cultura, música e convívio, integrada na programação Cultura ao Luar.
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A passagem do Instituto Politécnico de Viseu a Universidade Politécnica de Viseu, com efeitos desde 1 de agosto, constitui um momento histórico para a instituição e para toda a região.
Esta transformação resulta do impulso reformista do PSD através do Governo e, em particular, da determinação do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.
Um impulso já demonstrado com a entrada em vigor do novo Estatuto da Carreira de Investigação Científica, com a reforma do sistema de ação social no ensino superior e com a criação da Agência para a Investigação e Inovação - AI², aproximando a ciência, o conhecimento e a inovação da economia real.
A entrada em vigor do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior permitiu que 13 institutos politécnicos passassem a universidades politécnicas.
Não se trata de uma mera mudança de denominação. Trata-se de aproximar Portugal das designações adotadas no espaço europeu e de reconhecer a qualidade, a maturidade e a relevância alcançadas pelo ensino superior politécnico.
Mas esta é também uma reforma profunda da organização do ensino superior.
O anterior modelo rígido dá lugar a um sistema binário mais flexível, no qual as universidades politécnicas podem ministrar ensino universitário e as universidades integrar ensino politécnico, desde que cumpridos os critérios legais aplicáveis e preservada a identidade de cada subsistema.
O novo RJIES constitui, assim, uma importante ferramenta de coesão territorial e social. Abre novas possibilidades de associação, integração e transformação, permitindo que cada instituição construa o seu próprio caminho de acordo com a sua qualidade, estratégia e ambição.
À imagem do percurso recentemente iniciado pela Universidade de Leiria e Oeste e pela Universidade Técnica do Porto, mas agora com um enquadramento jurídico mais aberto, Viseu tem condições para fazer o seu caminho.
A Universidade Politécnica de Viseu deve ser o ponto de partida para a futura Universidade de Viseu, que todos ambicionamos.Nenhuma outra instituição possui tanta capacidade para transformar uma comunidade e um território como uma universidade.
O Governo definiu as prioridades e disponibilizou as ferramentas. Agora é tempo de agir. Os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Viseu reconhecem o trabalho desenvolvido ao longo de décadas por estudantes, docentes, investigadores, trabalhadores e dirigentes.
Esse percurso colocou o IPV num patamar de excelência e constitui a base sólida sobre a qual deve ser construído o futuro.
Lamentavelmente, o PS de Viseu não esteve à altura desta ambição. O Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal e, através de comunicado, o vereador e presidente da concelhia socialista preferiram criticar a direção do IPV em vez de se mobilizarem em defesa da instituição.
Também aos deputados do PS eleitos pelo distrito faltou força política para contrariar, dentro do próprio partido, a visão centralista e monopolista que continua a dominar o pensamento socialista sobre o ensino superior.
É, por isso, oportunista que o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, venha agora valorizar esta transformação, quando não teve coragem para a defender nem força para a fazer prevalecer no seu partido.
No momento decisivo, durante a votação do novo RJIES na especialidade, o PS votou contra a norma que permite às universidades politécnicas ministrarem ensino universitário, desde que cumpridos os requisitos legais aplicáveis.
Os deputados do PSD reafirmam o seu compromisso com a Universidade Politécnica de Viseu e com a construção de uma verdadeira Universidade de Viseu, capaz de atrair estudantes, investigadores, talento e investimento, reforçando a inovação, a competitividade e a coesão de toda a região.
O Governo abriu o caminho. O IPV construiu as bases. Cabe agora a Viseu transformar esta oportunidade na Universidade que todos ambicionamos.
O Município de Vouzela associou-se ao Campeonato da Hipertensão, uma iniciativa de sensibilização para a prevenção, o diagnóstico precoce e o controlo da hipertensão arterial.
A ação realizou-se no dia 1 de agosto, entre as 17h00 e as 20h00, na Alameda D. Duarte de Almeida, onde toda a população é pode participar gratuitamente na medição da pressão arterial e a receber informação sobre a prevenção das doenças cardiovasculares.
A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares e, muitas vezes, não apresenta sintomas, o que reforça a importância da sua deteção precoce e do acompanhamento regular.
A monitorização da pressão arterial, aliada à prática de hábitos de vida saudáveis, é fundamental para reduzir os riscos associados a esta condição.
A responsabilidade científico-pedagógica da iniciativa foi do médico Dr. André Silva, um dos vencedores do Prémio Missão 70/26 da Sociedade Portuguesa de Hipertensão. O Campeonato da Hipertensão é organizado pela McMinsky, Lda., em articulação com o Município de Vouzela.
Considerando as atitudes públicas tomadas pelo eleito local João Dinis Rodrigues e o incumprimento de deveres diversos demonstrado no exercício de funções enquanto elemento da Assembleia Municipal de Vouzela, a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Vouzela entende que não se encontram reunidas as condições elementares para ser mantida a necessária confiança política.
Deixando o presente eleito local de ter condições políticas para o exercício do seu mandato, a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Vouzela, informa adicionalmente, que será aberto um processo interno para averiguação de eventuais incumprimentos relativos ao quadro de valores estatutariamente definido pelo Partido Socialista.
O referido processo interno de averiguação será igualmente conduzido pela Juventude Socialista de Vouzela, de forma análoga.