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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

ESTUDOS PROMOVIDOS PELO MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DE FRADES E PELA UNIVERSIDADE DO ALGARVE

 Entre 14 e 25 de setembro está a ter lugar uma campanha de escavações arqueológicas na Mamoa da Cumeeira, que se encontra após a Zona Industrial, próximo do estaleiro industrial da Lourizela. Estes trabalhos inserem-se no projeto de investigação da Universidade do Algarve sobre o megalitismo de Lafões aprovado pela Direção-Geral do Património Cultural, do Ministério da Cultura, para o quadriénio de 2020-2023. 


Promovidos por iniciativa do Município e Museu Municipal de Oliveira de Frades, estes trabalhos resultam de um protocolo de colaboração firmado com aquela universidade que tem em vista a escavação, estudo e valorização deste rico património oliveirense. 














CAMPANHA DE ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS NA MAMOA DA CUMEEIRA


Com esta primeira edição dos trabalhos de campo dá-se início ao estudo da Mamoa da Cumeeira, e têm como objetivo a caracterização da arquitetura deste momento préhistórico e a sua datação, bem como proceder ao seu levantamento tridimensional através de fotogrametria. 



Os elementos recolhidos irão futuramente enriquecer a Sala de Arqueologia do Museu Municipal de Oliveira de Frades. Dia Aberto com Visitas Guiadas Antecipando as Jornadas Europeias do Património, na quinta-feira, dia 24 de setembro, entre as 9:30 h e as 16:00 h, decorrerá um Dia Aberto, com a abertura destes trabalhos ao público.


 Os responsáveis pelos trabalhos estarão disponíveis para apresentar o sítio arqueológico, os trabalhos em curso e os resultados esperados, a quem se dirigir às escavações naquele horário, sem necessidade de marcação prévia. Devem estacionar na Via Estruturante, entre a Rotunda da Zona Industrial de Oliveira de Frades (cubos) e o estaleiro da Lourizela e depois contatar 961 786 064, para um dos elementos da equipa os acompanhar até ao local dos trabalhos. Durante as visitas serão cumpridas das regras da DGS. Para mais informações podem contatar 961 786 064.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Sementeira 8: Arte, Música e Ativismos

 A Sementeira é, há oito anos, o solo fértil para divulgação artística e cultural livre de curadoria, terreno experimental que cruza, em inesperada multiplicidade, estilos, produções, expressões, criações e vozes artísticas.

 

Mas a Sementeira é igualmente campo para a desconstrução crítica da realidade histórica e para a reflexão política dos contextos em vivência. Num ano em que tudo está em permanente mutação, a Sementeira far-se-á também da discussão em torno dos ativismos que ocupam e devem ocupar uma voz cada vez mais sonante na construção social e cultural.

 

Nos três dias da edição de 2020, de regresso à Rua das Ameias no centro histórico de Viseu, a programação estende-se para lá das paredes do número 6, e marcará também presença nos espaços próximos da própria Rua das Ameias, da Praça D. Duarte e dos jardins da Casa do Miradouro.

 

Duas exposições estarão acessíveis em permanência durante a duração da iniciativa. A Exposição Coletiva ocupará o número 6 da rua das ameias e é resultado das submissões recebidas na chamada para artistas e projetos que ocorreu até 10 de agosto. Conta com a colaboração de mais de 20 artistas.

 

Na praça D. Duarte, será possível ver a exposição documental “STOP Homofobia – Passado, Presente e Futuro”. Este é um trabalho de arquivo fotográfico que assinala os 15 anos da Manifestação STOP Homofobia, que ocorreu a 15 de maio de 2005, recordando um dos momentos mais difíceis da memória da comunidade LGBTI+ em Viseu.

 

Existirão ainda vários momentos musicais, também eles resultado da Chamada. Na sexta-feira, logo após a abertura e inauguração das exposições, será possível assistir à Performance Musical "Provisório", que fluirá conforme a inspiração do músico e da sua guitarra.

 

No mesmo dia, ocorrerá também uma sessão designada “Vencer a Crise”, com a presença de Catarina Martins, nos Jardins da Casa do Miradouro. A Covid-19 trouxe mais que uma crise sanitária. É também uma crise social e económica e revelou o pior da desregulação do mundo do trabalho, da falta de investimento no Serviço Nacional de Saúde e a grande fragilidade dos cuidados com os idosos e outros. Esta é uma realidade transversal que se fez sentir com muita força no mundo da cultura e das artes.

 

No almoço de sábado há uma Tachada de Feijoada de Cogumelos da VegaNé, que proporcionará um momento de convívio mas também de troca de impressões e debate informal sobre alimentação.

 

Haverá ainda lugar para o concerto hip hop TWONE DAY. A noite vai contar com o DJ set de +Plus, produtor e DJ de Viseu que pisou inúmeros palcos nacionais, com a estreia do rapper Nicola Santos, com o duo Smoke Hills, que se apresenta ao público pela

primeira vez após o lançamento do último projeto (Monte Salvado), com Santoz3500, que volta a “pisar o palco” após a showcase da Fnac e com o regresso de Libero e das suas rimas sociais pela terceira vez à Sementeira.

 

No domingo será dinamizada uma Roda de Ativistas, sob o nome “Brasil, aqui.”, com a presença de ativistas, associações e movimentos brasileiros em Portugal. A conversa terá como ponto de partida os problemas políticos, sociais e ambientais do Brasil e, como tema para debate, como encorajar o papel ativo dos brasileiros e brasileiras que cá vivem. O objetivo é incentivar e iniciar uma reflexão mais aprofundada sobre o papel ativista que a comunidade brasileira pode ter e assumir em Portugal e em Viseu, onde tem vindo a crescer nos últimos anos. Para este momento, já há confirmação de presença do Coletivo Andorinha, Queer Tropical e da ativista Michele Mara.

 

A programação encerra com os concertos do Masena, músico de Mortágua que se expressará através de guitarra e voz, e dos Mike Vhiles, um projeto musical formado em Coimbra, de Miguel Vale (vox/berimbau satânico) e de João Vilas Boas aka Vilaxxx (bateria).

 

Durante toda a programação serão cumpridas normas de segurança que permitam usufruir e participar nos diversos momentos em segurança sanitária.

 

 

Programa Completo

Dia 4 - Sexta-feira         

18h00 - Abertura de Portas / Inauguração das Exposições (Rua das Ameias / Praça D. Duarte)

18h30 - Performance Musical "Provisório" (N.º 6 Rua das Ameias)

21h00 - Sessão Vencer a Crise com Catarina Martins (Casa do Miradouro)

18h30-24h00 - Exposição Coletiva (N.º 6 Rua das Ameias)

18h30-24h00 - Exposição “STOP Homofobia – Passado, Presente e Futuro” (Praça D. Duarte)

                  

Dia 5 - Sábado               

12h30 - Tachada de Feijoada de Cogumelos (VegaNé) (Rua das Ameias / Praça D. Duarte)

21h00-24h00 - Concerto: TWONE DAY (DJ set de +Plus, Nicola Santos, Smoke Hills, Santoz3500 e Libero) (Rua das Ameias / Praça D. Duarte)

18h30-24h00 - Exposição Coletiva (N.º 6 Rua das Ameias)

18h30-24h00 - Exposição “STOP Homofobia – Passado, Presente e Futuro” (Praça D. Duarte)

                  

Dia 6 - Domingo            

15h00-17h00 - Brasil, aqui. (roda de ativistas) (Rua das Ameias / Praça D. Duarte)

17h00-19h00 - Concerto: Masena e Mike Vhiles    Rua das Ameias / Praça D. Duarte

18h30-24h00 - Exposição Coletiva (N.º 6 Rua das Ameias)

18h30-24h00 - Exposição “STOP Homofobia – Passado, Presente e Futuro” (Praça D. Duarte)

 

 

Evento

https://www.facebook.com/sementeiraviseu

 

Vencer a Crise: Catarina Martins em Viseu no âmbito da Sementeira

 A Sementeira é uma iniciativa multidisciplinar que todos os anos acolhe a criatividade e produção cultural em todas as suas vertentes. A oitava edição irá ocorrer de 4 a 6 de setembro na Rua das Ameias e Praça D. Duarte em Viseu, contando, entre outros momentos, com exposições e momentos musicais.

 

Contará ainda com momentos de encontro e debate, sendo um deles dedicado ao tema “Vencer a Crise”. O encontro, com lugar nos Jardins da Casa do Miradouro, contará com a presença de Catarina Martins.

 

A Covid-19 trouxe mais que uma crise sanitária. É também uma crise social e económica e revelou o pior da desregulação do mundo do trabalho, da falta de investimento no Serviço Nacional de Saúde e a grande fragilidade dos cuidados com os idosos e outros. Esta é uma realidade transversal que se fez sentir com muita força no mundo da cultura e das artes.

 

Neste encontro (ao ar livre e com distanciamento físico) tentaremos ensaiar respostas para conseguirmos enfrentar com determinação e responsabilidade a crise que vivemos.

Participa dia 4, pelas 21 horas, nos Jardins da Casa do Miradouro (Largo Antônio José Pereira - traseiras do Museu Grão Vasco - Centro Histórico de Viseu).

 

A entrada é livre, mas limitada aos lugares possíveis. Garante desde já lugar sentado para ti ou para o teu grupo através do e-mail sementeiraviseu@gmail.com ou SMS para o número 962415875 com o número de pessoas, bem como o nome e contacto telefónico do responsável do grupo.

 

O espaço contará com distanciamento entre as pessoas, com desinfecção de todos os locais e álcool gel para uso livre.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Jysk reforça presença em Portugal com abertura de nova loja em Viseu

 Fundada em 1979, com mais de 2.000 lojas em cerca de 50 países, a Jysk é uma multinacional de origem dinamarquesa e atualmente uma das maiores redes europeias de artigos de decoração e acessórios para o lar.

A Jysk abre este sábado, 29 de agosto, a sua décima primeira loja em Portugal. Viseu foi a cidade escolhida para mais um passo na estratégia de expansão da rede de lojas dinamarquesa de decoração e acessórios para o lar no nosso país.
Situada no Continente Retail Park de Viseu (Av. Fortes da Gama, 18), a nova loja da Jysk, tem uma dimensão de 1.250 m2, e passará a ser uma das maiores referências de retalho na região da Beira Alta.

Inspirada na filosofia Hygge, e recriando um estilo de vida escandinavo, a Jysk aposta numa linha de design atual e atraente, sem esquecer a praticidade e a funcionalidade dos seus móveis num posicionamento de preços acessíveis a todos.

Outra linha orientadora muito importante para a Jysk é o compromisso com o descanso. Com um serviço personalizado em todas as suas lojas, a Jysk conta com uma equipa especializada e com uma vasta experiência na escolha do melhor conjunto (colchão, sommier, almofadas) para garantir a melhor experiência de descanso a cada família.  

Com uma campanha especial de lançamento, os viseenses poderão aproveitar descontos até 70% em móveis, camas, colchões e artigos de decoração. Para além dos descontos diretos, a Jysk vai oferecer ainda (até dia 9 de setembro) vales de desconto, passatempos com prémios garantidos, muita animação, música e outras surpresas.  

Este final de agosto fica ainda marcado pela abertura de mais uma loja da Jysk em Leiria no dia 28, reforçando a presença do grupo dinamarquês na zona centro. Segundo Carlos Haba, Diretor Geral da Jysk em Portugal, ´este é o mais ambicioso plano de abertura de lojas de decoração e acessórios para o lar em Portugal nesta fase de pandemia, traduzindo bem a nossa visão e compromisso com o mercado português´.

Presente em Portugal desde 2016, com a abertura da primeira loja em Tavira, Carlos Haba sublinha que a estratégia de expansão não terminou,´estando ainda previstas mais aberturas de lojas Jysk em Portugal em 2021`.

Além do crescente número de lojas físicas em Portugal, a Jysk disponibiliza também aos seus clientes uma loja online plenamente funcional, com a possibilidade de compra online de todos os artigos necessários para a casa e jardim 24 horas por dia, 7 dias por semana, em jysk.pt.

Hygge: O aconchego feliz. Em casa e na vida.

Esta nova filosofia dinamarquesa de (boa) vida, cada vez mais popular em todo o mundo, é um dos pilares da Jysk na forma como pensa os seus produtos e como permite criar ambientes reconfortantes nas nossas casas, nos nossos terraços, nos nossos jardins. 

O Hygge, que tal como a palavra portuguesa ´saudade` não tem tradução, é uma espécie de estado de espírito e traduz basicamente a forma como vivemos a vida; como tiramos partido das coisas simples e como as transformamos em verdadeira felicidade. 

É uma lógica de partilha, de harmonia dos sentidos, entre amigos, sempre num ambiente aconchegante e autêntico; arte que os designers da Jysk sabem proporcionar como ninguém através da aplicação do conceito Hygge em produtos como móveis, lâmpadas, velas, mantas e almofadas.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Vila Maior na senda do turismo e da cultura

 

O DESCOBRIR é uma referência marcante dum acontecimento que dispensa legendagem. Mas afinal o que é isto do “DESCOBRIR”?


O DESCOBRIR Vila Maior 2020 teve como objetivo sensibilizar os turistas fotógrafos, de forma a mobilizar os seus sentidos para a perceção das realidades envolventes à Freguesia de Vila Maior no Concelho de São Pedro do Sul, desenvolvendo a sua capacidade de observação do património natural, arquitetónico, cultural e social de Vila Maior (concelho de São Pedro do Sul), e de comunicação através da imagem, bem como a sua criatividade e competências técnicas no âmbito da fotografia.

O concurso de fotografia integrante do evento realizado entre os dias 14 e 16 de agosto tinha ainda os seguintes objetivos:

a) Promoção da vertente nacional e internacional da Freguesia de Vila Maior e do Concelho de São Pedro do Sul;

b) Divulgação de experiências enquanto turistas fotógrafos, através da fotografia (promoção da freguesia e do concelho, através de marcos característicos, como monumentos, trajes, espaços, pessoas, paisagens, entre outros);

c) Estimular e apelar a criatividade e ao espírito inovador dos participantes, para além de desenvolver hábitos culturais, competências técnicas e o gosto pela captação e fixação de imagens ou fotografias;

d) Valorizar a arte de fotografar enquanto forma de expressar sentimentos, ações e mensagens e enquanto meio privilegiado e multifacetado de expressão e comunicação;

e) Fomentar a capacidade de observação da Natureza;

f) Estimular e valorizar o sentido de observação das riquezas naturais e paisagísticas da freguesia de Vila Maior e do concelho de São Pedro do Sul;

g) Promover o contacto com as particularidades culturais e atividades desportivas realizadas no Município de São Pedro do Sul;

h) Promover a divulgação do património natural e cultural da Freguesia e do Concelho;

i) Ampliar o acervo de imagens da freguesia anfitriã e do Concelho de São Pedro do Sul, para fins documentais e promoção turística;

j) Promover e divulgar o trabalho de novos talentos;

k) Fomentar o surgimento de novos valores no mundo da fotografia;

l) Promover o convívio de entusiastas da fotografia e motivar a sua prática para um contributo efetivo nesta forma de arte enquanto turistas;

m) Promover a partilha de diferentes olhares e sentimentos sobre a Freguesia, o Concelho e o seu património, criando um espólio que poderá dar origem a exposições, coleções e outras manifestações culturais a partir dos trabalhos fotográficos resultantes do concurso.

Mas este evento não se cingiu apenas ao Concurso de Fotografia… O mesmo é composto também por:

- Encontro de fotografia: participantes cujas proveniências são dos distritos do Porto (2); Aveiro (1); Viseu (2); Coimbra (5); Área Metropolitana de Lisboa (4) e França (2). Note-se que dos 16 fotógrafos: oito participantes eram novos no encontro e concurso e os outros oito já pertenciam à “velha guarda”.



- Concurso de fotografia: o mote do Concurso foi o mesmo dos anos transatos, o Turismo, com categoria única “Vila Maior”. O espírito do evento foi absorvido por todos tal como nos refere Rodrigo Milla: “Da natureza, nada se tira a não ser fotos, nada se deixa além de pegadas e nada se leva além de lembranças.” Foram submetidas, pela manhã (até cerca das 9 horas) do último dia do evento, 16 de agosto do corrente ano, 114 fotografias a concurso, que o júri competente avaliou-as pelas 13 horas. O júri foi encabeçado pelo Paulo Lima e teve acompanhado das seguintes personalidades e individualidades: Etelvina Almeida, Simão Almeida; José Alexandre Cardoso Marques e o Pe. João Rodrigues. Tendo sido a entrega dos prémios cerca das 15 horas do mesmo dia na presença dos vários intervenientes. Os vencedores foram: Aníbal Seraphim (1.º prémio); Osvaldo Reis (2.º e 3.º prémios); Margarida Lopes e Rui Pedro Guerra (menções honrosas). É de salientar que a entrega dos prémios pelo Júri aos premiados foi fortemente aplaudida pela audiência que se deleitou com tal escolha. O primeiro prémio entregue pelas mãos do Presidente do Júri, Paulo Lima, ao fotógrafo profissional amador de Vila Nova de Gaia uma obra de arte concretizada pela visão do artesão vilamaiorense José de Almeida do Churial (conforme consta da foto sobre os premiados).

- Caminhada (Percurso Pedestre): ao longo deste trajeto os vários intervenientes puderam deliciar-se ao longo dum pequeno troço do PR10 – Percurso Pedestre de Vila Maior mais concretamente junto ao “Lagar das Mouras” (natureza). Para além desse ponto de interesse que aguçou o apetite capturado pelas objetivas, outros locais foram visitados, a saber: Igreja de Vila Maior (momumento), Joazim (arqueologia e tradições), Quinta da Moitinha (vinhos regionais), Ucharia (aldeia abandonada), Arcal (barragem) e a Ucha (praia fluvial). Certo é, que se o dia fosse mais longo… mais haveria ainda muito para ver e sentir pelo coração de cada um e espelhar isso pelas objetivas das máquinas fotográficas.


- Workshops + Tertúlias + Palestras: ao longo do itinerário que o mentor Miguel Regada traçou para o evento, convidou o nosso acarinhado e ilustre fotógrafo profissional Simão Almeida de São Pedro do Sul que deleitou, de forma personalizada, todos os fotógrafos que participaram neste evento com o tema “A máquina fotográfica…”. Já a Gabriela Monteiro proveniente do Brasil desenvolveu a tertúlia “Gastronomia alternativa” assim como incutiu bons princípios e valores aos participantes com a palestra “Comunicação não violenta”.



- Exposição e ateliers de pintura: outras sensibilidades artísticas para além da fotografia, Isabel Fernandes (Coimbra) deu a conhecer a sua veia plástica com os pinceis e telas desde a sua tenra idade. O público ficou encantado com o resultado final das suas obras retratadas. Niki White, natural Londres, deslumbrou os participantes com o seu percurso e história de vida em que os seus quadros têm uma identidade cromática que fala por si. Durante o evento a pintora pintou ao vivo uma pintura sobre o meio que a acolhera e onde estava inserida, a Quinta das Fontes.




- Exposição e venda de livros dos participantes: vários foram os livros e seus autores que encantaram os participantes durante todo o evento. Para além disso, vários outros livros de outros autores próximos da organização ou dos participantes também fizeram questão de estarem presentes na rúbrica dedicada ao Livro. Encontram-se de seguida apenas alguns dos livros e autores que estiveram presentes nas mais diversificadas áreas da literatura, a saber:

i) INTERVENIENTES DO DESCOBRIR

- Aníbal Seraphim Santos: “O Descobrir na Imprensa” [artigos de jornais]

- Carlos Almeida: Pandemia: Diário de um abandono [Entre muitos outros livros…]

- Confraria Gastronómica de Lafões: Carta Gastronómica da Região de Lafões + Aromas da Terra – Ervas Aromáticas do Vale de Lafões

- Cristina Fernandes: O Momento Certo

- Etelvina Almeida (co-autoria): Uma janela para o sal

- João P. Almeida: Mente [des]concertante + O Fluxo da Vida

- Miguel Regada: Descobrir SÃO PEDRO DO SUL

- Paulo Fernandes: A minha vida são as pedras + O Portal do Amor Universal

- Rita Rodrigues: Juju, nas voltas que a vida dá!

ii) OUTROS AUTORES

- Ana Vanessa Neves: Estrela ao Luar

- Cecília Vilas Boas & Raúl Torres Robles: Face a Face

- Manuel Duarte & Cidália Silva: O Albatroz

- Miguel Rodriguez: Poemas Sentidos


Para mais informações sobre este item ou outra rúbrica sugere-se o leitor para o contato direto com a organização do evento através do email: geral@descobrir.org

- Poesia: se os poetas escolhidos são fabulosos não menos implacável esteve Maria João Farreca que nos honrou com a declamação do famoso “Hino de Lafões” (na abertura e no fecho do evento). Vários foram os momentos dedicados a uma variante da cultura, a poesia, em que formam declamados entre outros os seguintes poemas:

Sexta-feira, 14 de agosto de 2020 [A]

A1 – Hino de Lafões (Celestino Henriques Correia Severino; 1882) [Quinta das Fontes (Fonte 1) Abertura]

A2 – Livro “Descobrir SÃO PEDRO DO SUL”: Introdução (pág. 4) [Quinta das Fontes: Boas-vindas]

A3 – Livro “O Fluxo da Vida” (João P. Almeida): A Minha Terra [Quinta das Fontes: Jantar]

Sábado, 15 de agosto de 2020 [B]

B1 – Santos & Loucos (Oscar Wilde) [Quinta da Moitinha: Brinde]

B2 – Lágrima de Preta (António Gedeão) [Quinta das Fontes: Almoço]

B3 – Livro “Descobrir SÃO PEDRO DO SUL”: Fotografia de Rui Pedro Guerra (pág. 89) [Quinta das Fontes (Fonte 2): Almoço]

B4 – As Minhas Asas Brancas (Almeida Garrett) [Quinta das Fontes: Jantar]

Domingo, 16 de agosto de 2020 [C]

C1 – Pedra Filosofal (António Gedeão) [Quinta das Fontes: Poesia]

C2 – Liberdade (Fernando Pessoa) [Quinta das Fontes: Entrega dos Prémios]

C3 – Hino de Lafões (Celestino Henriques Correia Severino; 1882) [Quinta das Fontes: Encerramento]

- Gastronomia regional: esteve sob a coordenação do empreendedor beirão, Paulo Pinto, os bons repastos servidos pela Tasquinha de Lafões (Vouzela) com acompanhamento do frutado Vinho de Lafões da Quinta da Moitinha (Vila Maior – S. Pedro do Sul) e cerveja artesanal do Mickas Craft Beer (Vouzela) para além dos tão cobiçados pasteis naturais das Termas de São Pedro do Sul, os famosos “Vouguinhas”, foram os ingredientes que conjugados na dosagem certa tornaram estes dias autênticos dias festivos que rivalizam com a celebração dos melhores momentos como casamentos ou building corporate teams onde a união, os valores da família e os pilares do sucesso formam enaltecidos sob o prisma da “coopetição”, ou seja, a conjugação da cooperação e da competição.


- Eventos musicais: este ano, o DESCOBRIR, pautou-se por levar a “palco” o pianista Alberto Rodrigues (dia 14), as concertinas Os Vouguinhas (dia 15) e em simultâneo alguns dos elementos do Rancho Folclórico de Vila Maior e do Grupo de Danças e Cantares de Vila Maior - Lafões (dia 16).

Vila Maior: o que dizer? Beleza! Cor! Natureza! Deslumbramento! Gastronomia! Para além de tudo isto, o convívio, a amizade, a partilha, o calor humano e o sorriso com que os fotógrafos turistas foram acolhidos e brindados pela oportunidade de (re)descobrir este cantinho de Portugal, conseguiram eternizar toda a essência do ambiente que os rodeou, não só pelas objetivas mas também pela valorização e enriquecimento pessoal.


Faça como os fotógrafos turistas que passaram por Vila Maior e como escreveu José Saramago: “ser emigrante não é deixar a terra… é levar a terra consigo”… Leve consigo um pouco de Vila Maior e de São Pedro do Sul!

DESCOBRIR Vila Maior 2020, como alguém escreveu no Livro de Honra: “Uma experiência sem legendas” e “A expressão do Homem no seu mais belo esplendor. Arte, o belo, o transcendente” tal como fora aludido na sessão de boas-vindas pelo mentor desta iniciativa da sociedade civil, Miguel Regada, “existem missões que estamos embutidos de as levar mais longe porque acreditamos nelas e estamos junto das pessoas que mais amamos”.


Por Miguel Regada


sábado, 22 de agosto de 2020

O DESCOBRIR Vila Maior 2020

 


 O DESCOBRIR Vila Maior 2020 tem como objetivo sensibilizar os turistas fotógrafos, de forma a mobilizar os seus sentidos para a percepção das realidades envolventes à Freguesia de Vila Maior no Concelho de São Pedro do Sul, desenvolvendo a sua capacidade de observação do património natural, arquitetónico, cultural e social de Vila Maior (concelho de São Pedro do Sul), e de comunicação através da imagem, bem como a sua criatividade e competências técnicas no âmbito da fotografia.


MIGUEL REGADA

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Em Silvares, avança obra de requalificação da Rua da Cofadeira

 Investimento de 150 mil euros garantirá a pavimentação desta via, atualmente em terra

 

Foi hoje consignada a obra de requalificação da Rua da Cofadeira, em Silvares, na Freguesia de Silgueiros.

 

“Iniciamos hoje mais um investimento relevante nas nossas Freguesias. Pode parecer uma obra de pequena dimensão, mas permitirá ganhos reais para todos os que habitam a Rua da Cofadeira e que dela usufruem no seu quotidiano”, sublinhou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques. “Melhorar as acessibilidades em cada rua, cada localidade, cada Freguesia é uma prioridade na nossa política de coesão territorial. Trata-se de garantir qualidade de vida e conforto para todos os nossos munícipes”, afirmou.

 

O investimento é de cerca de 150 mil euros e tem um prazo de execução de 84 dias. Atualmente em terra batida, a Rua da Cofadeira irá ser pavimentada, numa extensão de 1,2 quilómetros, e devidamente sinalizada. A obra contempla também a execução de dois troços de coletor de águas pluviais/de rega, que permitirão completar o atual esquema de rega ou de drenagem, encaminhado as águas para a linha já existente.