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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Feira de São Mateus encerra edição de 2026 com mais de 1 milhão de visitantes

 

A Feira de São Mateus encerrou a edição de 2026 com mais de 1 milhão de visitantes, confirmando a sua forte capacidade de atração e a sua relevância enquanto um dos principais acontecimentos culturais e populares de Portugal e da região.

Ao longo dos 32 dias de duração, o certame recebeu uma média superior a 31.500 visitantes por dia, num balanço que confirma a forte adesão do público à edição deste ano. Desde o início, esta edição deu sinais claros do sucesso que viria a alcançar em termos de afluência: logo no dia 6 de agosto, a Feira recebeu 56 mil visitantes, estabelecendo um novo recorde num dia de inauguração.

O dia 30 de agosto registou o maior número de visitantes desta edição, com 57.990 visitantes, seguindo-se o dia de encerramento, 6 de setembro, que recebeu 57.537 pessoas. No plano musical, os Calema protagonizaram o concerto mais concorrido da edição, esgotando a lotação disponível e obrigando ao encerramento antecipado das bilheteiras, confirmando o forte poder de atração da Feira de São Mateus.

“A grande afluência à Feira de São Mateus é muito encorajadora para o trabalho que a Viseu Marca tem vindo a desenvolver. Mas este é também um resultado de todos os que tornam a Feira possível: visitantes, operadores, artistas, parceiros, funcionários, equipas de segurança e emergência e todas as entidades envolvidas na sua organização. A todos deixamos o nosso agradecimento”, afirma José Silva Fernandes, Presidente da Viseu Marca.

Com um forte foco nas áreas da sustentabilidade, saúde e inclusão, a edição de 2026 apresentou várias novidades, entre as quais a realização da primeira Feira do Livro da história do evento e a disponibilização, pela primeira vez, de um concerto com interpretação em Língua Gestual Portuguesa na Feira de São Mateus.

A programação voltou a conciliar tradição e inovação, com mais de 200 atividades realizadas ou acolhidas ao longo do certame. Concertos, espetáculos, iniciativas culturais e desportivas, workshops, rastreios de saúde e bem-estar, exposições, conferências e ações de animação dirigidas a diferentes públicos contribuíram para uma oferta diversificada e para a contínua renovação de um evento com mais de seis séculos de história.

A dimensão comercial manteve igualmente um papel central, com a participação de 227 operadores, assegurando uma ampla diversidade de produtos, serviços e experiências para os visitantes e reforçando a importância da Feira enquanto espaço de promoção e dinamização da atividade económica. A esta participação juntaram-se ainda 23 juntas de freguesia da região, outra das novidades desta edição.

Mais de seis séculos depois da sua origem, a 634.ª edição confirma a vitalidade da Feira de São Mateus e a sua capacidade de preservar a identidade que a distingue, renovando-se e adaptando-se simultaneamente às expectativas de diferentes gerações de visitantes. A Feira de São Mateus continua, assim, a afirmar-se como um ponto de encontro para milhares de pessoas e uma referência incontornável no calendário de Viseu e do país.

A Feira de São Mateus regressará em 2027 para a sua 635.ª edição.




"Histórias que Nos Fazem Crescer, Volume 1: Eu e os Outros", da escritora Maria Isabel Sousa

 

 No dia 20 de Setembro, pelas 16 horas vai realizar-se a sessão de lançamento do livro "Histórias que Nos Fazem Crescer, Volume 1: Eu e os Outros", da escritora Maria Isabel Sousa. 

O lançamento  vai ser feito na Biblioteca Municipal de Sátão e estão todos convidados a aparecerem para conhecer a autora e este noivo livro



domingo, 6 de setembro de 2026

Exposição “Mais do que Acessórios”, de Cátia Rochinha no Posto de Turismo de Sátão

 O Posto de Turismo de Sátão apresenta a exposição "Mais do que Acessórios" de Cátia Rochinha, de 02 de setembro a 30 de outubro.

Cada peça desta exposição conta uma história, é pensada como uma forma de expressão, delicada,

elegante e intemporal, criada para realçar a identidade e a confiança de quem a usa. A marca destaca-se pela atenção ao detalhe, pela seleção cuidada dos materiais e por um estilo que combina tendências com sofisticação. Mais do que acessórios, as criações de Cátia Rochinha Jewelry pretendem transmitir emoção, presença e autenticidade, acompanhando cada mulher nos seus momentos especiais e no dia a dia.

sábado, 5 de setembro de 2026

Sessão Pública de Esclarecimento em Oliveira de Frades

 Medida D1112 – Pequenos Investimentos 

na Bioeconomia e na Economia Circular


A ADDLAP - Associação de Desenvolvimento Dão, Lafões e Alto Paiva, com o apoio do Município, promove no próximo dia 10 de setembro, pelas 17h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão pública de esclarecimento sobre a Medida D1112 - Pequenos Investimentos na Bioeconomia e na Economia Circular. Trata-se de uma oportunidade para conhecer melhor esta medida, esclarecer dúvidas e obter informações sobre as oportunidades de apoio disponíveis.

Município de Oliveira de Fades promove Caminhada Noturna em Varzielas

 O Município de Oliveira de Frades promove, no próximo dia 19 de setembro, uma Caminhada Noturna, em Varzielas.

A iniciativa inclui um percurso circular de cerca de 10 km, em plena natureza, com um momento especial de observação espacial através de telescópio.


Concentração: 15h00 | Largo da Igreja de São Pedro, em Varzielas

Inscrições até 16 de setembro

https://forms.cloud.microsoft/e/H0nKRmp37N

938 360 056

turismo@cm-ofrades.pt

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Vem aí a 5ª Edição do Festival Palcos

 


O Cineteatro João Ribeiro, em Vouzela, volta a acolher durante o mês de Setembro o Festival Palcos, dedicado à arte teatral e organizado pela ATEF – Associação de Teatro Experimental de Fataunços.

Para este ano, em que o festival de teatro assinala a 5ª Edição, apresenta no seu cartaz três peças, entre os dias 12 e o dia 20 de Setembro, com a novidade de uma das peças ser um domingo à tarde.

A abertura do festival será no dia 12 de Setembro, às 21h30, com a peça “Palavras Não Abraçam”, do Grupo de Teatro Filhos do Vento, de Armamar. Trata-se do primeiro drama escrito e encenado pelo grupo que viaja desde a região duriense, que terá como protagonistas: Ana Carreira, Manuel Vaz, Maria Castro, Pedro Cruz, Raquel Castro e Salvador Vaz.

No sábado seguinte, dia 19 de Setembro, também às 21h30, subirá ao palco a peça “Gambozinos”, uma

produção própria da ATEF, que terá a sua estreia em Lafões, após já ter sido a peça de abertura do 20º Festival de Teatro do Orfeão de Águeda. Conta com os seguintes atores: Aníbal Seraphim, Fernando Figueiredo, Joana Alves, Linda Almeida e Pedro Lopes.

A sessão de encerramento será no dia 20 de Setembro, pelas 16h, com a apresentação da peça “Retalhos da Vida de um Bêbado”, protagonizada pelo Teatro do Ave, de Vila do Conde, uma comédia que tem espalhado gargalhadas por onde tem passado. Os protagonistas desta comédia são: Afonso Carvalho, Heitor Almeida, Vítor Viana e Aurelino Costa (em vídeo).

Como tem sido apanágio da ATEF, a componente solidário está sempre presente nos seus eventos e desta vez a regra mantém-se, com o preço do bilhete a manter-se no valor simbólico de 4 euros e com metade do valor a reverter a favor da ASSOL - Associação de Solidariedade Social de Lafões.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteira antes do início dos espectáculos ou para melhor comodidade

através de reserva pelo email: atef.areateatro@gmail.com

domingo, 30 de agosto de 2026

Comunicado de Catarina Meneses

 
A vereadora da Câmara Municipal de Vouzela e membro 
da Comissão Política Nacional do Partido Socialista, Catarina Meneses, reagiu ao recente artigo publicado pelo Jornal de Notícias sobre os efeitos do incêndio que atingiu o concelho, numa reflexão em que alerta para a necessidade de uma mudança profunda na política de prevenção e gestão florestal.

Vouzela voltou a estar nas páginas da imprensa nacional pelos piores motivos. O incêndio que atingiu o concelho terá consumido quase 13 mil hectares, naquele que, até ao momento, é apontado como o maior incêndio do ano. Para Catarina Meneses, apesar de o Estado ter reconhecido, através do ministro da Agricultura, os incêndios de Vouzela e Valpaços como catástrofes naturais e de terem sido destinados cerca de 10 milhões de euros à recuperação das áreas afetadas, não é possível reduzir a dimensão da tragédia ao apoio financeiro.

“Não há dinheiro que mitigue uma situação como aquela”, sublinha a autarca, considerando que as populações que vivem nestes territórios têm enfrentado, desde 2017, “verões sucessivos de medo e impotência”.

Na sua perspetiva, a verdadeira solução passaria por garantir que situações desta natureza não voltariam a repetir-se. “Tenho a certeza que todos trocaríamos o dinheiro pela garantia de que este era um cenário que não se voltaria a repetir”, afirma.

A autarca socialista defende, por isso, uma mudança profunda na forma como o território florestal de Vouzela é gerido.

“É urgente trabalhar para que aconteça o que ainda não foi feito”, refere, defendendo particularmente uma “transformação radical da paisagem”.

Na sua opinião, Vouzela deve deixar de ser associada à dimensão e violência do incêndios florestais para passar a constituir um exemplo de recuperação, prevenção eintervenção pública em matéria florestal.

A falta de ordenamento e de intervenção na floresta é apontada como um dos principais problemas estruturais. Catarina Meneses considera que o território de Vouzela constitui “um exemplo claro de tudo o que não deve ser feito nesta matéria”, numa realidade que, segundo a vereadora, exige uma resposta política e técnica mais determinada.